O final do semestre está sendo recepcionado aqui por duas semanas nem tão agradáveis de chuva, mas que estão servindo como presságio de dois meses bem produtivos.
Estamos com algumas idéias muito legais no Círculo para o final do ano, com o lançamento muito provável de material comemorativo e um retorno a Varna, nosso cenário de guerra fantástica publicado nas edições #112 e #113 da Dragão Brasil. Como não poderia deixar de ser, nosso primeiro projeto de maior tamanho foi marcado por um desenvolvimento árduo mas extremamente construtivo para todos nós. Embora sempre tenha escrito material de RPG em conjunto, a experiência do Varna foi extremamente particular, por envolver uma equipe maior, e os desafios de escrever sob uma deadline rígida e com objetivos editoriais definidos. De qualquer forma, após o término de Varna e dos ninjas (publicados na Dragão Brasil #115, nas bancas), que se deram em conjunto no fim de Julho, passamos por um período sabático, apenas gerenciado o material já escrito e quebrado por reuniões eventuais sobre o Curva de Desenvolvimento, nossa coluna semanal na Rede RPG (www.rederpg.com.br). Após esse descanso, talvez motivado pelo stress e cansaço gerado pela conclusão de Varna e a dedicação extra aos ninjas, decidimos voltar a produção, e estamos com planos realmente animadores.
O primeiro desses planos se tudo der certo verá a luz nos próximos meses. O segundo envolve o desenvolvimento de um novo pequeno cenário, nos moldes de Varna. Estamos discutindo a possibilidade de se tratar de uma cidade fantástica, mas não há nada ainda definido, e mudanças podem ocorrer a qualquer momento (ainda bem!

).
Tratando agora de um tema que negligenciei bastante esse ano: jogos de computador. Joguei muito pouco esse ano- instalei apenas o novo Pirates!, que como todo jogo do Sid Meier, é extremamente viciante e divertido de se jogar, mas por algum motivo que não me recordo mais, parei de jogar.
O lançamento de Civilization IV me fez sair desse isolamento dos jogos eletrônicos- instalei o jogo ontem, e estou em um estado intermediário entre o Paraíso e o Inferno. Se ontem CivIV se mostrou um jogo extremamente recompensador, divertido e (como não poderia deixar de ser viciante), hoje todas as histórias de terror contadas nos fóruns vieram a tona, com uma enormidade de glitchs e bugs surgindo. Desinstalei o jogo, e ele vai permanecer assim até que a Firaxis resolva todos os problemas (e o 1o patch falhou miseravelmente em resolve-los).
De qualquer forma, estou com vontade de jogar alguns jogos. Já estou providenciando o Dragonshard, que parece bem divertido- mas para ser sincero, embora eu goste de Eberron, eu preferiria um cenário mais tradicional de D&D para o 1o RTS baseado no RPG; Greyhawk ou Forgotten Realms cairiam melhor.
Estou com muita vontade de jogar também Fable: The Lost Chapters. Parece bem descompromissado e ao mesmo tempo divertido, o tipo de coisa que estou procurando, ainda mais depois da péssima experiência com o CivIV. Alguém está jogando ou já jogou?
Por último, em uma ou duas semanas começa minha campanha de Nobilis

Muitas idéias e algumas mudanças de foco também, em função de algumas escolhas feitas pelos jogadores na criação de personagens. Talvez toda a história prevista mude, assumindo um tom bem diferente do que eu havia planejado no início, mas bem, o importante é termos uma história divertida, e estou bem animado em relação a ela, e em grande parte graças aos jogadores, que mesmo com toda a dificuldade do livro básico (e uma homérica experiência de cinco sessões de 4-5 horas para a criação dos personagens!) conseguiram me surpreender de maneira muito positiva, e agora tenho a obrigação de elaborar uma história a altura de seus personagens.
Devious Comments
great gallery
~allie~
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"like a tiny patch of midnight in the mid-day sun"
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"Os despertos têm um mundo em comum, os adormecidos têm cada qual o seu."
Te peguei, hein
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"Os despertos têm um mundo em comum, os adormecidos têm cada qual o seu."
Não pude postar todos os deuses, mas a verdade é que no Varna eles tiveram uma vantagem muito grande em relação a esses: não eram deuses pretensamente genéricos, que serviriam para qualquer cultura, mas deuses exclusivos de um certo povo, o que acho bem mais fácil de torná-los legais.
Eu curto muito esse esquema de fazer deuses, mas no final, 21 deuses depois, já estava ficando sem idéias...foi bem difícil fazer os deuses da neutralidade, quando alguns slots básicos já haviam sido preenchidos:/
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"Os despertos têm um mundo em comum, os adormecidos têm cada qual o seu."
Seja bem vindo, parceiro. Estamos super lotados de ilustradores e poucos escritores que equilibrem o jogo!
Pelo simples fato de ter conseguido passar com sucesso a idéia do cenário — a de desvencilhamento do lugar-comum e busca de referências em locais inusitados —, já fico o mais próximo de feliz que é possível.
Espero que, ao passo que as idéias forem sendo executadas e tomarem forma, você mantenha essa opinião positiva.
Tô transcrevendo os deuses e mudando umas coisas aqui. E devo subir hoje uma resenhazinha da Noiva-Cadáver
Mas continua assim, eu sei que DA é mais difícil que fotolog, mas você consegue sim! O foda é que aqui se você colocar fotos desfocadas que tirou quando estava bêbado com seus amigos na Up! ninguém deve comentar "Ai Garrell te adoro demais, essa noite foi otéma".
Mas tem lá suas vantagens também...
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